segunda-feira, 1 de junho de 2015

Reflexão sobre o 3º Período

     Mais uma etapa concluída, um ano quase terminado, cada vez mais próxima do ensino superior. Esta velocidade com que o tempo passa é bastante assustadora. Acabou mais um ano agora só falta mesmo realizar os tão esperados exames nacionais, para os quais me vou dedicar a sério pois esta é uma das minhas disciplinas específicas para que possa entrar no curso que quero. 
     Espero que todo o meu esforço durante estes dois anos sirva para conseguir alcançar os melhores resultados possíveis nos exames. Já sinto os nervos a aparecerem, falta muito pouco e sinto que serei capaz mas fico nervosa por se tratar de algo que irá contribuir para a minha entrada no ensino superior.
     Para o ano irei continuar a publicar aqui, pois biologia continua a fazer parte das minhas disciplinas. Terei muito gosto em continuar com este projeto que a professora Ondina, a minha professora desde o 10º ano, me incentivou a começar a realizar. Nunca pensei gostar tanto de realizar um projeto assim. É algo diferente e bastante útil pois ajuda-nos a ter a matéria em dia e caso haja alguma dúvida em que não temos acesso aos livros possamos procurar na Internet possamos recurrer logo ao nosso blog e esclarecer todas as nossas dúvidas.
     Até para o ano e preparem-se para os exames para quem os tiver tal como eu que vou ter que os realizar, mas sei que com o apoio todo da professora vai ser fácil ir preparada para os enfrentar! Boa sorte a todos!
Boas Férias!

Reflexão

Geologia - Tema IV - Unidade 3 

    Esta unidade foi a mais fácil de todas e a forma como a abordámos foi bastante divertida! Dividimo-nos em três grupos e cada um dos grupos escolheu um subtítulo. Fizemos todos um ótimo trabalho, e foi uma maneira de treinarmos como falar para um público, ou seja, tivemos de ser capazes de dar uma unidade de maneira a que os nossos colegas conseguissem percebê-la bastante bem. Foi uma maneira bastante diferente e divertida de estudarmos esta unidade e que até resultou muito bem mesmo. 

Reflexão

Geologia - Tema IV - Unidade 2 

    Achei que se tratou de uma unidade bastante mais complexa do que o que abordámos no 10º ano sobre as rochas sedimentares, metamórficas e magmáticas. Abordámos ainda tudo sobre falhas e dobras. Fiquei bastante impressionada pois os pequenos conceitos novos, não me pareceram de todo muito difíceis. Esta unidade é uma das unidades que mais me cativa, gosto mesmo de estudar as rochas, mesmo que no início seja um pouco difícil de as distinguir. Realizámos uma atividade na sala de aula que nos ajudou a perceber muito melhor a diferença entre os diversos tipos de rochas. Valeu a pena estudar esta unidade.

Tipos de Rochas - Aula Prática

     Tivemos a sorte de a nossa professora nos ter proporcionado a oportunidade de podermos ver alguns tipos de rochas como as magmáticas, as sedimentares e as metamórficas. Isto ajudou-nos muito a conseguir identificar a diferença entre elas todas.













domingo, 31 de maio de 2015

Exploração sustentada de recursos geológicos

         Estes foram os trabalhos realizados pelos três grupos. O meu grupo realizou o tema 2-Recursos Minerais. Neles encontramos toda a matéria bem estrutura e simples, fácil de se compreender.

  1. Recursos Geológicos e Energéticos 
  2. Recursos Minerais
  3. Águas Subterrâneas

sábado, 30 de maio de 2015

Dobras e Falhas

     Tensão é a força exercida por unidade de área. As tensões geradas podem ser de diferentes tipos, dependendo dos limites tectónicos onde ocorrem. Submetidas a estados de tensão, as rochas sofrem deformação, originando falhas e dobras.
     Todas as rochas, apresentam propriedades que dependem da própria composição química e que quando sujeitas a determinadas condições diferentes das da sua origem, reagem tendo um comportamento, originando uma deformação que se manifesta numa determinada estrutura.
     O estado de tensão aplicada as rochas mostra que as rochas apresentam três tipos de comportamento: elástico, plástico e frágil.
  • Comportamento elástico: A rocha deforma mas, quando a tensão cessa, ela volta à sua forma e volume iniciais. A rocha deforma-se elasticamente até um certo limite, quando este é ultrapassado a rocha pode permanecer com a deformação e já não volta ao estado normal, trata-se de um comportamento plástico, ou fraturar.
  • Comportamento plástico: A deformação é permanente, o material fica deformado mas não parte e verifica-se quando a força aplicada sobre a rocha é superior ao seu limite de elasticidade e inferior ao limite de plasticidade.
  • Comportamento frágil: O material fratura. Verifica-se quando a força aplicada sobre uma rocha é superior ao seu limite de plasticidade.
     A deformação das rochas respondendo aos tipos de comportamento permite classificá-las em: regime dútil, as rochas sujeitas a temperaturas e pressões elevadas tendem a dobrar-se sem fraturarem; regime frágil, as rochas sujeitas a temperaturas e pressões baixas tendem a fraturar-se originando as falhas.


     O comportamento que a rocha irá apresentar vai depender de fatores intrínsecos à própria rocha, a composição mineralógica e textura e de fatores extrínsecos como a temperatura, o tempo, a pressão de fluidos e do tipo de intensidade da tensão.

     Temperatura e pressão confinante são as temperaturas e pressões que são exercidas em todas as direções sobre uma rocha no interior da crosta. O aumento da pressão e da temperatura favorece a deformação plástica, à superfície as rochas apresentam um comportamento frágil e à medida que se vai para o interior da litosfera, porque a pressão e a temperatura aumentam, o comportamento das rochas é dúctil. Se formos mais para o interior ainda passam a ter um comportamento viscoso e no limite à fusão.

     As rochas estão sujeitas a vários tipos de forças que geram diferentes tipos de tensão: tensão de compressão (forças compressivas), tensão distensiva (forças distensivas ou de tração) e tensão de cisalhamento (forças tangenciais).


     Os elemento dobras, que caraterizam a geometria das dobras, são:
  • Flancos, ou vertentes da dobra, porções de menor curvatura;
  • Charneira, é a linha que une os pontos de máxima curvatura, que corresponde à zona de convergência das camadas de cada flanco;
  • Núcleo, formado pelas camadas mais internas da dobra;
  • Plano axial, plano que contém as charneiras dos diferentes estratos dobrados, dividindo a dobra em dois flancos sensivelmente iguais;
  • Eixo da dobra, corresponde ao ponto de interseção do plano axial com a charneira.

     As dobras podem ser classificas segundo o seu aspeto geométrico e segundo a idade das rochas que as constituem. Podem ser por isso:
  • Antiforma: Com a concavidade virada para baixo, e se as rochas mais antigas se encontrarem no núcleo designa-se por anticlinal.
  • Sinforma: Com a concavidade virada para cima, e se as rochas mais recentes se encontrarem no núcleo da dobra designa-se por sinclinal.
  • Neutras: Quando a concavidade é lateral e o plano axial e o eixo da dobra é vertical.

     As falhas formam-se em regime frágil, a pouca profundidade e num curto espaço de tempo, comparando com o regime dúctil e formação das dobras. Os elementos das falhas, que caraterizam a geometria das falhas são:
  • Plano de falha: Superfície de fratura da qual ocorreu o movimento dos blocos;
  • Rejeito: Linha de interseção do plano de falha com um plano horizontal;
  • Teto: Bloco que está por cima do plano de falha;
  • Muro: Bloco que está por baixo do plano de falha;
  • Atitude: Plano que pode ser referenciado através da direção e da sua inclinação ou pendor.



sexta-feira, 29 de maio de 2015

Rochas Metamórficas

     Uma rocha metamórfica forma-se a partir de uma rocha pré-existente sem que haja alteração física dos materiais.
     A rocha sujeita a novas condições de pressão e temperatura reajusta-se e origina novos minerais que são estáveis para as novas condições e ocorrem, também, variações na textura da rocha inicial.

Pressão: Devido ao peso das camadas superiores e também provenientes dos movimentos laterais das placas litosféricas.
Temperatura: Com a pressão litostática os materiais tendem a descer em profundidade na litosfera ficando em novas condições de temperatura que facilita o metamorfismo.
Fluidos: Entre as rochas na litosfera existem espaços preenchidos por fluídos que influenciam a formação de rochas de baixo metamorfismo.
Tempo: O tempo é um fator muito importante para a formação deste tipo de rochas. As rochas metamórficas formam-se durante um período de alguns milhares ou milhões de anos.

Tipos de Metamorfismos

  • Metamorfismo de contacto: Forma-se a partir do contacto da intrusão magmática com as rochas encaixantes. Os minerais das rochas encaixantes, pelo aumento de temperatura e pelos fluidos derivados do magma sofrem um rearranjo estrutural originando novos minerais que sejam estáveis às novas condições.
  • Metamorfismo regional: É um tipo de metamorfismo que afeta extensas áreas, regiões de formação de cadeias de montanha, daí o seu nome e que é causado por pressões e temperaturas muito elevadas, associadas a soluções aquosas. Este tipo de metamorfismo está associado aos limites convergentes das placas litosféricas.

Tipos de Pressão

  • Pressão litostática: Está relacionada com o local onde se formam este tipo de rochas, nas grandes bacias de sedimentação a profundidades médias e nos limites convergentes das placas associados ao aumento da espessura da crosta na formação de cadeias de montanha. Resulta do peso da massa rochosa suprajacente e exerce-se igualmente em todas as direções, fazendo diminuir o volume da rocha e aumentando a densidade dos minerais.
  • Pressão dirigida: Está diretamente relacionada com as pressões das placas. Resulta de forças tectónicas que produzem uma orientação preferencial de alguns minerais.

     No ambiente de metamorfismo regional à medida que aumenta a pressão e a temperatura, distinguimos os graus de baixo, médio e alto, no seu conjunto, estes três graus passam gradualmente uns aos outros.

      As diferentes zonas metamórficas são delimitadas por superfícies de igual grau de metamorfismo, chamadas isógradas, sendo definidas pelos pontos onde ocorrem pela primeira vez determinados minerais-índice.

Classificação das rochas metamórficas

     Esta classificação baseia-se na textura da rocha e existem as rochas com textura foliada, relacionadas com o metamorfismo regional e não foliada, relacionadas com o metamorfismo de contato.